sábado, 21 de novembro de 2009


ARGUMENTAR É...

A oficina do TP 6 realizou-se num clima de muita curiosidade e expectativa. Foram momentos muito produtivos, os quais permitiram-nos grandes reflexões.

Como em todas as oficinas, iniciamos com oração e  mensagem de bom-dia.

Recebemos nossos cursistas com o texto " O cantar dos pássaros", que nos fala sobre um homemm que desejava vender seu sítio e que pede ao seu amigo Olavo Billac para fazer um anúncio sobre a propriedade. O poeta descreve o sítio de tal forma que convence seu amigo a desistir da venda. Iniciamos aqui nossa discussão sobre o tema da oficina. Em seguida, exibimos o vídeo "O espermatozóide romântico"; todos gostaram muito, pois através de uma forma muito criativa, analisamos o poder da persuasão.

Após visualizarmos algumas imagens, produzimos coletivamente uma propaganda e refletimos sobre as estratégias utilizadas na produção desse gênero textual. 

Como atividade em grupo, foi proposta a produção de textos a partir da imagem de uma casa e da planta da mesma. Os cursistas receberam fichinhas com indicações diferenciadas de personagens a serem incorporadas. Eles escrevaram textos apresentando a casa na versão de um corretor de imóveis, de um noivo, de um ladrão, de uma dona de casa e de um arquiteto. Fizemos a socialização com total participação. Foi uma atividade muito interessante; eles adoraram.

Durante a fundamentação teórica, abordamos os diversos tipos de argumentos e como estes são utilizados. Os cursistas perceberam, neste momento, o quanto o trabalho com argumentação é desenvolvido superficialmente durante as aulas.

Um dos objetivos da oficina foi refletir sobre a necessidade de planejamento da escrita de um texto, o que ficou bem claro mediante as discussões feitas.

É observável o envolvimento dos cursistas e a aplicação das atividades com os alunos. Os relatos de experiência comprovam a importância dessa formação para a nossa prática. Todos demonstram uma grande satisfação em participar dos encontros e da riqueza dessa construção.

Sinto-me realizada a cada oficina.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

OFICINA TP 5

Com um ambiente previamente preparado e com uma grande diversidade de estilos, moda, música, cinema, literatura, recebemos nossos cursistas para mais um encontro. 

Iniciamos a oficina com uma mensagem lindíssima "Palavras", transcrita a seguir:

A palavra mais bonita…
 “Lealdade”
Ofereça-a.
A palavra mais egoísta…
“Eu”
Evite-a.
A palavra mais satisfatória…
“Nós”
Use-a.
A palavra mais venenosa…
“Inveja”
Destrua-a.
A palavra mais usada…
” Amor”
Valorize-o.
A palavra mais prazerosa…
“Sorriso”
Mantenha-o.
As palavras que mais prejudicam…
“Mentiras”
Ignore-as.
A palavra mais difícil…
“Humildade”
Seja-o.
A palavra que mais destrói…
“Mágoa”
Perdoe.
A palavra mais poderosa…
“Conhecimento”
Busque-o.
As palavras essenciais…
” Confiança em Deus”
Acredite!

 

Após esse momento, fizemos a sensibilização com um texto em slides " O frango", apresentando  diversos estilos a cada resposta dada para a pergunta feita no texto. Foi muito divertido e possibilitou uma boa reflexão. Iniciamos aqui o estudo sobre estilística.

Fizemos a formação de grupos utilizando fragmentos de músicas de diversos estilos: axé, gospel, mpb, sertanejo e forró.

Lemos o texto de referência, de Manuel Rodrigues Lapa, refletindo sobre  palavras reais e instrumentos gramaticais, ou seja lexemas e morfemas, concisão, a fantasia das palavras e a parafantasia. 

O grupos fizeram a síntese do texto, dividido em fragmentos, e após, a retirada dos morfemas, conforme sugestão de Lapa.

Analisamos uma tirnha e discutimos sobre coerência, o que é e como se dá. Pensamos sbre a importância do conhecimento prévio para a construção da coerência.

Outro momento relevante é a análise dos Avançando na Prática. Cada grupo analisa e socializa uma proposta.

Retomamos as discussões realizadas, fazendo a sistematização.

Mobilizamos para a próxima oficina, TP 6,  através de uma sugestiva frase "A mulher é a rainha do lar", seguida de uma imagem provocadora.

Finalizamos o encontro com a avaliação, ao som da música "Palavras ao vento." 




OFICINA TP 4

 Com o objetivo de possibilitar aos cursistas uma reflexão sobre Portfólio como um procedimento de avaliação, bem como subsidiá-los no processo de construção desse instrumento realizamos nossa oficina de portfólio.
 Essa oficina foi maravilhosa, muito envolvente e criativa.
Iniciamos com a entrega de uma mensagem bastante sugestiva à mudança.
“Se andarmos apenas por caminhos já traçados,
chegaremos apenas aonde os outros chegaram.”

Alexander  Graham Bell
Realizamos a dinâmica da flor; foi um momento lúdico, onde os cursistas, desenharam, coloriram, recortara e trocaram partes de sua flor, formando novas flores., a integração foi total.
Tocar em frente é o que somos motivados a fazer, principalmente ao som de "Tocando em frente". Quem resiste? Além de bons cursistas, temos ótimos cantores. Fomos convidados a pensar em descobertas, desafios, experiência, dinamismo, criticidade, reflexão, aprendizagem e construção. Fizemos uma longa viagem.
A fundamentação teórica é parada obrigatória, pois além de saber fazer, é preciso entender por que se faz. Tivemos a orientação de  Benigna Maria de Freitas Villas Boas,  Fernando Hernandez e  Madalena Freire.
Após a formação de grupos, sugerimos aos cursistas a criação do esboço de um portfólio. Eles escolheram uma das oficinas realizadas e cada grupo ficou com uma das etapas do portfólio. Foi muito interessante e proveitoso.
Apresentamos  em seguida os critérios de avaliação do portfólio, analisando detalhadamente cada item.
Houve um momento para entrega dos anteprojetos e socialização dos mesmos.
 E, depois de quatro horas... finalizamos a oficina com a avaliação em forma de relato.






                                                            OFICINA TP 4


O TP 4 oferece uma grande contribuição à nossa prática pedagógica, pois aborda um assunto de extrema importância: o LETRAMENTO. Pensar as práticas de leitura e escrita dentro e fora da sala de aula é necessário para que possamos dar um tratamento adequado ao ensino de língua. Refletir sobre o uso que fazemos dos textos no cotidiano nos permite analisar o que e por que escrevemos. Foi com esse olhar que desenvolvemos a oficina do TP 4.
Foram momentos de estudo aliado à reflexão de nossas ações enquanto professores de língua portuguesa. O dinamismo desse encontro, onde foram vivenciadas situações sócio-comunicativas, com diversos usos sociais da leitura-escrita, nos proporcionaram a ressignificação de conceitos. Magda Soares "esteve conosco" nos presenteando nos momentos de fundamentação teórica.

A avaliação da oficina foi maravilhosa.

O QUE É LETRAMENTO?


Letramento não é um gancho
em que se pendura cada som enunciado,
não é treinamento repetitivo
de uma habilidade,
nem um martelo
quebrando blocos de gramática.

Letramento é diversão 
é leitura ã luz de vela 
ou lá fora, à luz do sol.

São notícias sobre o presidente, 
o tempo, os artistas da TV 
e mesmo Mônica e Cebolinha 
nos jornais de domingo.

É uma receita de biscoito,
uma lista de compras, recados colados na geladeira, 
um bilhete de amor, 
telegramas de parabéns e cartas 
de velhos amigos.

É viajar para países desconhecidos,
sem deixar sua cama,
é rir e chorar
com personagens, heróis e grandes amigos.

É um atlas do mundo,
sinais de trânsito, caças ao tesouro,
manuais, instruções, guias,
e orientações em bulas de remédios,
para que você não fique perdido.

Letramento é, sobretudo,
um mapa do coração do homem,
um mapa de quem você é,
e de tudo que você pode ser.

McLAUGHLIN. M. & VOGT. M.E. Portjotius in Teacbar Kdticalion. Newark. De: International Reading Association, 1996- 




sexta-feira, 30 de outubro de 2009


"Ninguém nasce feito, é experimentando-nos no mundo que nós nos fazemos."

                                                           Paulo Freire



Na semana de 14 a 17 de setembro aconteceu a Oficina de Avaliação. Foram momentos interessantes e de grande discussão, pois o tema nos conduz a um enorme labirinto. Diante das diversas modalidades avaliativas ainda nos deparamos com a realidade do nosso cotidiano, a avaliação Classificatória cujos objetivos são: classificar os resultados de aprendizagem alcançados pelos alunos, de acordo com níveis de aproveitamento estabelecidos; corrigir tarefas e provas do aluno para verificar respostas certas e erradas; aprovar ou reprovar o aluno em cada série ou grau de ensino. 
Repensar de que forma avaliamos e por que o fazemos foi o centro de nosso debate. Neste encontro refletimos sobre currículo e também analisamos as avaliações externas, itens da Prova Brasil, do ENEM, os descritores de língua portuguesa, matriz de referência, habilidades, competências, escala de proficiência , os índices do IDEB e o que a escola faz com esses resultados.

Essa foi uma excelente oficina.

ALGUMAS FRASES UTILIZADAS NA OFICINA

A avaliação subsidia o professor com elementos para uma reflexão contínua sobre a sua prática, sobre a criação de novos instrumentos de trabalho e a retomada de aspectos que devem ser revistos.
(PCN – Introdução, p.81)

A avaliação é compreendida como um conjunto de atuações que tem a função de alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica.
(PCN – Introdução, p.81)

A avaliação da aprendizagem é um momento privilegiado de estudo e não um acerto de contas .
(Moretto , 2004, p.96)

(...) os resultados da avaliação devem ser concebidos como indicadores para a reorientação da prática educacional e nunca como um meio de estigmatizar os alunos. 
(PCN – Introdução, p.83)

A avaliação é parte integrante do ensino e da aprendizagem.
(Moretto, 2004, p.94)